18 anos da Comax

No dia  19 de outubro de 1992, a Comax iniciou sua trajetória de sucesso num pequeno escritório com algumas máquinas,  poucos clientes e colaboradores muito fiéis e dedicados.
As tarefas foram conduzidas com muito trabalho, dedicação e confiança, conquistando o interesse de novos clientes. A filosofia estabelecida para desde o começo foi a de “fazer o melhor possível sempre, trabalhando para o crescimento de cada cliente como se fosse para si próprio, oferecendo segurança e tranqüilidade”.
Todos os colaboradores que passaram pela Comax captaram esta idéia de seriedade, trabalho digno, honestidade, empenho, a busca constante de maiores conhecimentos e de crescimento profissional e muitos permanecem na empresa ao longo dos anos.
 A parceria entre a Comax e seus clientes não tem limites, fazendo-se de tudo para melhor atendê-los na realização de seus objetivos.
A Comax está completando 18 anos de atividades! É um tempo que pode parecer exíguo, mas em comparação com um indivíduo que complete 18 anos, por exemplo, já alcançou a maioridade. Além disso, esta é a idade de muitos de nossos clientes, portanto nos sentimos orgulhosos de dizer que estivemos ao seu lado neste tempo, crescendo com eles.
A conjuntura atual faz com que muitas pessoas tenham no contador o profissional responsável pelo “cálculo de impostos”. Considerando nossa carga tributária e a quantidade excessiva de obrigações secundárias a serem entregues, parece até que trabalhamos para o órgão arrecadador.
Mas o objetivo da Comax nunca foi este, buscamos sempre minimizar os custos fiscais, dentro dos parâmetros legais, orientando e executando criteriosamente conforme as atividades exercidas.
Enfim, somos uma equipe de profissionais formada por jovens competentes, interessados, orgulhosos de exercerem suas atividades, alegres no atendimento personalizado aos nossos clientes e realizados ao vê-los confortáveis na busca por soluções.
José Corsino Raposo Castelo Branco – Diretor da Comax

Dicas essenciais sobre Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)

Criada em 2005 e válida em todos os Estados brasileiros, a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) chegou para desembaraçar a relação entre Fiscos e contribuintes. Com a proposta de reduzir custos de impressão e aquisição do documento fiscal, permitir o acompanhamento do trânsito das mercadorias e facilitar consulta das notas pela internet, a novidade pode se tornar uma armadilha para os mais incautos.

Para evitar que o benefício se transforme em dor de cabeça, apresentamos a seguir 10 dicas sobre o tema. Confira abaixo:

1. O Danfe (Documento Auxiliar de Nota Fiscal) NÃO é a Nota Fiscal Eletrônica – Ele é a representação gráfica da NF-e e tem as seguintes funções:

• Acompanhar a mercadoria em trânsito, fornecendo informações básicas sobre a operação em curso (emitente, destinatário, valores etc.);

• Conter a Chave de Acesso, composta por 44 números, para consulta das informações da NF-e;

• Auxiliar na escrituração das operações documentadas por Nota Fiscal Eletrônica.

2. Já ouviu falar do XML? – A Nota Fiscal Eletrônica é o arquivo popularmente chamado de arquivo XML. O contribuinte emissor de NF-e é responsável pela sua guarda por, no mínimo, 5 anos. Por isto pesquise e adote sistemas eficientes e confiáveis de backup.

3. Aliás – Além de armazenar o XML por 5 anos, o contribuinte deve sempre verificar se o arquivo gerado é válido, pois, pelo conceito da NF-e, a validade do documento é garantida pela assinatura digital. Não esqueça de verificar se a assinatura digital – tecnologia que garante a integridade e autenticidade de arquivos eletrônicos – é válida. Se não for, mesmo que a Nota Fiscal Eletrônica estiver autorizada, o contribuinte estará armazenando um documento inválido e poderá sofrer consequências – uma vez que ele é responsável pela guarda do documento por 5 anos.

4. Alerta – Fique atento à segurança de seu Certificado Digital. Existem dois tipos de certificados válidos para assinar a NF-e:

• O E-CNPJ, que além de assinar a Nota Fiscal Eletrônica dá acesso a diversos serviços na Receita Federal;

• E-NFe, que só permite assinar a NF-e.

5. Toda e qualquer movimentação que envolva Nota Fiscal Eletrônica deve ser autorizada pela Secretaria da Fazenda (Sefaz) de origem do contribuinte. Em suma, para emitir, cancelar ou inutilizar a NF-e, o arquivo deve ser transmitido para a secretaria, pois, sem a autorização deste órgão, o documento não tem validade.

6. Negativo – Se a nota fiscal for rejeitada pela Sefaz, independente do erro apontado pelo órgão, ela não fica armazenada no banco de dados do órgão. Caso isso tenha ocorrido, o contribuinte deve corrigir o documento e retransmiti-lo para que a Secretaria o autorize. Importante: Caso a nota rejeitada não seja retificada e retransmitida, esta numeração não constará na base de dados da Sefaz e deverá ser inutilizada por quebra de sequência.

7. Cuidado com o “autocompletar” – A Nota Fiscal Eletrônica não poderá ser cancelada quando ocorrer a saída da mercadoria. Muitos softwares emissores no mercado preenchem automaticamente a data de saída na nota. Ou seja, mesmo que a mercadoria não tenha saído de fato, o documento não poderá ser cancelado, pois, para o Fisco, a data preenchida corresponde àquela em que produto transitou. Logo, o contribuinte deverá adotar outros procedimentos em vez do cancelamento, como, por exemplo, providenciar a nota de devolução.

8. Não é obrigatório – O preenchimento do campo “data de saída/entrada” não é obrigatório para que a NF-e seja validada. O programa emissor pode deixar este campo em branco, mas é importante que quando a mercadoria sair da empresa, ela esteja devidamente descrita no Danfe.

9. É obrigatório – Fique atento a outras obrigatoriedades fiscais além da emissão da Nota Fiscal Eletrônica. Muitas empresas, por exemplo, são obrigadas à geração do arquivo Sintegra (Sistema Integrado de Informações sobre Operações Interestaduais com Mercadorias e Serviços), que deve conter tanto as notas fiscais de emissão própria quanto as notas fiscais de compra de mercadorias ou produtos.

10. Por último – Quando acontecerem problemas que o impeçam de emitir a NF-e, existem soluções de contingência, como Scan (Sistema de Contingência do Ambiente Nacional), Dpec (Declaração Prévia de Emissão em Contingência) e Formulário de Segurança.